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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Globaledge - Business in Africa

As estatísticas confirmam que Angola é o principal  mercado fora da UE para as empresas portuguesas. África está no radar dos negócios internacionais e está em destaque na edição deste mês da newsletter do portal Globaledge.

 

Feature of the Month : Business in Africa

While the regions of Asia and Latin America are receiving major attention in the international business world, there is actually another continent on the verge of major growth. To the surprise of many, this continent is Africa. Over the past four years, foreign direct investment in Africa has grown at a compound rate of almost 20 percent. International businesses are realizing the large opportunities that Africa has to offer.  While global companies expand into the region, local business has also begun to grow as self-confidence emerges among local African economies. Investments from local companies in Africa have expanded by 42 percent since 2007. If these trends continue, it might be time to rethink your assumptions about the continent of Africa.
Even though Africa seems to be emerging onto the global economic scene, there are several challenges that must be addressed if Africa wants to live up to its potential as an emerging market. Integration among countries in Africa and political stability are both very critical in accelerating sustainable growth for the continent. Bridging the infrastructure gap also remains a key challenge for growth and development. However, this challenge also provides opportunities at both the local and global levels. If Africa is able to overcome these challenges, the continent could become a key player in the competitive global economy.

http://globaledge.msu.edu 

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Globaledge new tool


Globaledge is an undispensable resource for international marketers. A new tool has just been launched which allows to compare up to twenty countries across a variety of economic indicators (up to five at once) including GDP, inflation, and exports.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Loja da Exportação

A internacionalização é fundamental para as empresas, e a economia, Portuguesas.

Uma das medidas do Governo neste âmbito respeita à criação de 14 lojas de exportação em Portugal, enquadradas na rede de agências do Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e à Inovação, I.P. (IAPMEI) em articulação com a Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, E.P.E. (AICEP Portugal Global), especialmente dedicadas a fornecer apoio técnico às empresas exportadoras ou potencialmente exportadoras.

A Loja de Braga abre hoje, dia 28 de Abril!  Não sei lhe deseje bom trabalho... Reparei ultimamente que, de cada vez que desejo bom trabalho, vejo o trabalho (o meu e o do(s) feliz(es) contemplado(s) com esse augúrio) aumentar substancialmente! Digamos então: Felicidades e Boa sorte!!

Bring them back!

Não consegui ainda visitar o novo Museu da Acrópole... Mas bem gostaria que, quando lá fôr, toda a herança que nunca deveria ter saído do Partenon e da Grécia, tenha voltado ao lar!

http://www.youtube.com/watch?v=k0_dN_gQmEg

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Inov Export

Encontram-se abertas  as  candidaturas ao programa Inov Export - Programa de Estímulo ao Emprego de Especialistas em Comércio Internacional nas Pequenas e Médias Empresas Nacionais Exportadoras ou potencialmente exportadoras.
Este Programa de estágios profissionalizantes tem como objectivos:
  • Estimular as exportações e o processo de internacionalização;
  • Colmatar as insuficiências de capital humano, através do estímulo à contratação de especialistas para a área de comércio internacional;
  • Melhorar as estratégias de internacionalização do tecido empresarial português, nomeadamente nas PME.
Podem candidatar-se a este programa as PME exportadoras e as PME potencialmente exportadoras ou que exportam pontualmente com produtos e ou serviços de origem nacional.
São seleccionados pela AICEP, anualmente, até 500 estágios que irão decorrer nas PME beneficiárias, conforme candidatura apresentada por estas, através de formulário disponibilizado no site da AICEP.
Para mais informações e acesso ao formulário de candidatura sugerimos a consulta ao site da AICEP que pode ser efectuada através do link :


quinta-feira, 22 de abril de 2010

Boas notícias!

http://www.portugalglobal.pt/PT/PortugalNews/Paginas/NewDetail.aspx?newId=%7bCC81677A-5D01-477A-A662-ADE4D58E972D%7d

segunda-feira, 29 de março de 2010

A propósito da lista dos 40 finalistas da edição de 2010 do Intel Science talent Search, um concurso que premeia os melhores alunos de Matemática e Ciências dos EUA, maioritariamente constituída por alunos de origem chinesa e indiana:

"Tenho para mim que manter um fluxo constante de imigrantes legais dirigido ao nosso país - quer vistam fatos-macacos azuis ou batas de laboratório brancas - é a chave para nos mantermos à frente da China. Quando se combina essa gente cheia de energia e aspirações com um sistema democrático, acontece magia. (...) No mundo actual, completamete interligado, a competição económica mais importante não é a que existe entre países ou empresas: a mais importante de todas é a que existe entre cada um e a sua própria imaginação"
Thomas Friedman, I; 24 de Março

domingo, 6 de dezembro de 2009

Boas práticas!

Não sei se estão bem a ver a coisa: É uma vitrina do pronto a vestir que fica na mesma praça, sim, usando o recanto existente atrás da Igreja... Quando eu era miúda, lá em L., também vedavam os recantos existentes à vota da Igreja, mas acho que era por outra razão!

sábado, 14 de novembro de 2009

Euro-Mediterranean Trade and Investment Fair

This is to inform you that the EuroMed Research Business Institute has joined forces with the BusinessGlobal.com and the Cyprus Chamber of Commerce and Industry and co-organises the Euro-Mediterranean Trade and Investment Fair.

The Euro-Mediterranean Trade and Investment Fair is an on-line exhibition and forum bringing together business professionals, exhibitors and buyers from EU countries and Mediterranean countries. The main purpose is the forging of strategic alliances and partnerships in trade, industry, technology and investments. The Fair with many benefits to the exhibitors and visitors is an innovative marketing tool linking businessmen and investors in EU countries with their counterparts in the Middle East and North Africa providing an ideal platform for promoting their economic and competitive strengths to European as well as global markets.

To find out more about this initiative please read the document attached or email info@businessglobal.com or tel. +357 22581450

sábado, 22 de novembro de 2008

Global vs. local

Em Marketing internacional, discutimos numa das últimas aulas o debate "estandardização vs. adaptação" e as suas implicações para a estratégia internacional das empresas. Trata-se de um debate que gera acessas discussões entre teóricos e práticos de Marketing e estratégia internacional há mais de 40 anos. O artigo abaixo, que transcrevo de Marketing Daily, aborda esta questão, realçando que a vantagem das marcas locais nem sempre é inequívoca http://www.mediapost.com/publications/?fa=Articles.showArticleHomePage&art_aid=95148) :


Embrace Cultural Diversity? Ignore It At Your Peril
by Nigel Hollis, Friday, Nov 21, 2008 5:00 AM ET

For brand marketers today, "global" is increasingly the name of the game. Long the prerogative of American and European brands, now Chinese, Indian, Mexican and Brazilian brands are seeking to establish their position as global players. Underlying this push to globalize brands is the assumption that the world is becoming more homogeneous.

If people's needs, wants and desires are becoming more similar, then marketers can engage new consumers with little need to adapt either the brand or its marketing communication. But this assumption may well be incorrect. Marketers who assume that the world is becoming more similar risk undermining their chances of success on the world stage.

The world has, in some ways, shrunk. One only has to look at how the sub-prime meltdown in the U.S. and subsequent financial turmoil have affected people from Beijing to Barcelona and from Sydney to Santiago to realize that we live in a global economy. But while the financial ramifications of current events may affect people around the world, they experience the effects locally.

Most people's frame of reference is still very local. They shop in the local stores. They support the local team, visit the local bar, listen to local radio stations and read the local newspaper. Many of the brands they buy are local, not global--even if those brands are often owned by multinational corporations.

The fact that most people rarely experience a world other than that in which they were brought up has important ramifications for brands. In a survey conducted earlier this year by Millward Brown comparing global and local brands across five product categories and eight countries, we found that being seen as part of a country's national culture was a significant driver of purchase intent for all brands.

Local brands, however, scored higher on average than global ones. Local brands, therefore, have an inherent advantage that global brands must seek to counter by becoming as close to local culture as possible.

Successful global marketers recognize this fact and adapt their offering appropriately. The Coke you drink in Mexico is not the same as the one you drink in the U.S.; it is made with cane sugar, not corn fructose. The advertising you see for Dell in India is different from that elsewhere, designed specifically to appeal to small and medium businesses in that country. These brands have become successful by embracing regional and cultural differences, not ignoring them.

Many brands have learned at their expense that what works in one country does not always work in the next. Home Depot has been incredibly successful in North America, including Mexico, but failed to establish its presence in Argentina and Chile. Strong local competition and a failure to understand and adapt to local needs and culture resulted in the sale of the company's operations in those countries in 2001. And there is good reason to believe that in the future it will become more important to adapt global brand offerings to meet local preferences, not less.

While Western brands remain aspirational to consumers in developing economies, rising incomes will not only allow people to indulge their desire for a more Western lifestyle, but will also enable them to celebrate their own culture and identity. For instance, in developed economies as diverse as France, the UK and New Zealand, minority languages such as Breton, Welsh and Maori are undergoing a revival as people seek to re-establish their cultural identities.

Trends in Internet consumption also support the case that the world is not becoming homogenized. As the number of people with Internet access grows ever greater, the international share of Internet traffic is reported to be decreasing. This trend is driven in part by well-known global sites like YouTube and Facebook, which are seeking to localize their offering, but also by the increase in sites and blogs designed to address local issues with a local audience.

While the Japanese and English battle it out as the most popular blogging languages, Farsi entered the Top 10 list in 2007 with 1% of the posts measured. Although the Internet allows brands to reach out to people with common interests that cut across geographies, mass-market brands will still need to localize their appeal using both new and traditional media.

Global Target Group Index data confirm that higher incomes do not lead to homogenized cultural values or brand affiliation. We observe similar values between rich and poor within a country, but major differences between people with relatively high standards of living across countries. It is the minority of people who have both higher incomes and the experience of international travel that are most likely to buy global brands.

The dynamics of building a strong brand on a global basis are complex and challenging, and there is good reason to believe that it may become more so, not less. Rather than becoming more homogenous, the world is fragmenting. For some product and service categories, a strong, local brand may be far more profitable than a global one. Critical to success, whether global or local, will be a good understanding of how a brand needs to adapt its offering to meet local preferences and values.

Nigel Hollis is chief global analyst at Millward Brown and author of the new book, The Global Brand, and Straight Talk with Nigel Hollis (www.mb-blog.com).

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Previsões para o mercado global de vestuário

A edição de hoje da Newsletter "Portugal Têxtil" destaca hoje o relatório "Global market review of tomorrow’s apparel industry – forecasts to 2014"

A perda da hegemonia da China e da Índia, bem como o acelerar dos ciclos de concepção e reposição no ponto de venda, são tendências aparentemente incontornáveis para os próximos cinco anos.

Como irá evoluir a indústria internacional de vestuário ao longo dos próximos cinco anos? Um novo relatório do just-style acredita que haverá quebras na actividade de potências do aprovisionamento de vestuário como a Índia e a China, assim como um crescimento continuado por parte de novas fontes em ascensão como o Vietname e o Bangladesh. A diminuição no número de unidades para cada estilo e a aceleração do tempo para chegar ao mercado vão também continuar a pressionar a cadeia de fornecimento.
Os 15 principais países exportadores foram responsáveis por 82% dos 600 mil milhões de dólares que representaram o mercado mundial de vestuário em 2007, de acordo com um novo relatório desenvolvido pelo just-style. No entanto, o “Global market review of tomorrow’s apparel industry – forecasts to 2014” também aponta significativos atrasos na actividade de potências do aprovisionamento de vestuário como a Índia e a China, onde as greves e o aumento dos custos de produção e transporte estão a prejudicar as empresas desses países.
O relatório examina o mercado de vestuário actual, bem como as tendências actuais e de que forma irão afectar o mercado de vestuário no futuro. Discute também os futuros mercados de subcontratação por país, mostrando como e porque razão os países se vão tornar – ou deixam de o ser – players globais. E ainda realiza a análise das relações entre fornecedores e compradores, assim como o impacto da globalização em países e linhas de produtos específicas.
Velocidade e valorOs fornecedores e os compradores estão cada vez mais a procurar valor e velocidade para o mercado em vez dos custos mais baixos, de acordo com o relatório. Os países que têm os EUA como principal mercado de exportação sofreram leves reveses nas exportações de vestuário durante o abrandamento económico sentido de forma generalizada em 2008. Mesmo assim, as empresas em países da América Central deverão evidenciar um crescimento mais forte no aprovisionamento de vestuário de 2008 a 2014, ajudado por concessões comerciais especiais, desde que utilizem tecidos e outros inputs com origem nos EUA.
De igual forma, diversas nações africanas estão a utilizar as vantagens oferecidas pelo AGOA (African Growth and Opportunity Act), para aumentar significativamente as suas exportações para os EUA e outros países. Mas este crescimento tem advindo do decréscimo de competitividade da empresa média chinesa, na sequência do aumento do custo do trabalho, da valorização da moeda chinesa, dos preços elevados das matérias primas e de uma redução nos descontos do imposto de exportação (que passaram para 14% a 1 de Novembro).
Segundo o documento elaborado pelo Just-style, espera-se um pequeno aumento nas exportações quando os EUA eliminarem, no final do corrente ano, as restrições à importação de determinadas categorias de vestuário chinês, mas os observadores da indústria prevêem que a posição da Índia e China seja definitivamente ocupada por novas origens como o Vietname e o Bangladesh a partir de 2010.
O abrandamento geral das economias da América do Norte e da Europa é outro factor importante nas medíocres taxas de crescimento observadas em 2007 e 2008.
Na segunda parte deste artigo são analisadas as tendências internacionais associadas com a produção e o aprovisionamento de vestuário.


http://www.portugaltextil.com/tabid/63/xmmid/407/xmid/35108/xmview/2/NoticiaID/35108/Default.aspx

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Europeus

A questão da globalização, do ponto de vista dos consumidores, é especialmente interessante se considerarmos o contexto da União Europeia. De facto, aqui, a convergência acontece de facto em relação a questões como a regulamentação e aspectos político-económicos. Mas, o que se passa com os consumidores? Estarão os Europeus a convergir em termos de gostos e comportamento? Esta questão tem suscitado diversas abordagens do ponto de vista do Marketing.

Os humoristas também se têm debruçado sobre esta questão. Vi pela primeira vez o postal abaixo em Bielefeld, onde me dei aulas no âmbito de staff exchange do Programa Socrates/Erasmus. Acabei por comprá-lo em Londres uns meses depois. Na altura a Europa era a 15. Alguém conhece a versão para 27?